"Buscamos hoje com ardor o aspecto sagrado do homem; queremos voltar, senão à inocência, à pureza do momento da concepção de nossa espécie.
A idéia de que somos não uma parte da criação, mas um microcosmo que contém em si a perfeição, alenta nosso sofrimento, ameniza nossa ignorância, permite-nos aceitar nossas fraquezas e imperfeições.
Assim como o macrocosmo, vamos girando sempre, acompanhando a dança universal que nos desafia a cada instante com suas mudanças."
Regina M. Azevedo
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